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Equinócio da Primavera

Equinócios e Solstícios: O que são?
     O eixo da Terra (linha imaginária que une os pólos) tem uma inclinação de cerca de 23º em relação ao plano da orbita da Terra.
     Ao percorrer, inclinada, a sua órbita à volta do Sol, a Terra faz com que uma dada região não receba as mesma inclinações e intensidades dos raios solares durante o ano, o que interfere sensivelmente no clima do planeta, originando assim as chamadas Estações do Ano..

     O início de cada estação é definido como Solstício, para o Verão e o Inverno, e como Equinócio, para a Primavera e o Outono.


Primavera: Quando acontece?
     O Equinócio da Primavera acontece quando a linha equatorial do Sol fica alinhada com a linha equatorial terrestre, dando ao dia e à noite a mesma duração.


Para o ano de 2017:
- Em Portugal, o Equinócio da Primavera tem início às 10h 29m (hora UTC) de 20 de Março;
- Assinala o início da Primavera no Hemisfério Norte  (Equinócio da  Primavera) e o início do Outono no Hemisfério Sul  (Equinócio de Outono);
- Tem a duração de 92,79 dias;
- Termina a 21 de Junho de 2017 às 05h 24m (hora legal em Portugal).


Primavera:
     No hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal". No hemisfério sul é chamada de "Primavera austral".
     A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20/21 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23/24 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.

Iluminação da Terra pelo Sol no momento do Equinócio da Primavera


Definição de Equinócio:
     Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste (a linha do equador terrestre projectada na esfera celeste). Mais precisamente, é o ponto no qual a eclíptica cruza o equador celeste.


Etimologia:
     A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo (12h cada). Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.

    


Quando ocorre e consequências temporais:
     Os equinócios ocorrem nos meses de Março e Setembro quando definem mudanças de estação. Em Março o Equinócio marca o início da Primavera no Hemisfério Norte e do Outono no Hemisfério Sul.
Em Setembro ocorre o inverso, quando o Equinócio marca o início do Outono no Hemisfério Norte e da Primavera no Hemisfério Sul.

     As datas dos equinócios variam de um ano para o outro, devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de Março) não terem exactamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não se encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim num ano comum, tendo 365 dias e - portanto - mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns as datas tendem a adiantar-se um pouco menos de seis horas por ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso, devido à intercalação do dia 29 de Fevereiro.


     Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a se atrasar. Isto implica que, ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendam a ocorrer cada vez mais cedo. Dessa forma, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de Março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de Março. Prevê-se que a partir de 2044 passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só irá desfazer-se no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.
     Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano num número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja com mais velocidade do que quanto está mais longe (afélio).

Ostara - (imagem de Johannes Gehrts)



A Primavera na tradição e na cultura:
     Em várias culturas nórdicas ancestrais, o Equinócio da Primavera era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com a Páscoa da religião cristã:

     Ostara, também conhecida como Oster ou Eostre (Deusa Anglo-Saxã, que significa Deusa da Aurora) ou Easter (Páscoa, em inglês), pois a Páscoa no hemisfério norte é realizado nesta época, são deusas da primavera, da ressurreição e renascimento e tem como símbolo o coelho. Uma das principais tradições desse festival é a decoração de ovos. O ovo representa a fertilidade da Deusa e do Deus.
     Outra tradição muito antiga é a de esconder os ovos e depois achá-los. Mesmo os não wiccanos (ver texto mais abaixo) sentem-se diferentes neste período, mais dispostos, comem menos, dormem menos e acordam mais cedo.
     Para os wiccanos (ver texto mais abaixo) também é época de começar a plantar, época do amor, de promessas e de decisões, pois a Terra e a natureza despertam para uma nova vida.


Festival de Ostara: 
     Ostara é o festival em homenagem à Deusa Oster, Senhora da Fertilidade, cujo símbolo é o coelho. Foi desse antigo festival que teve origem a Páscoa. É celebrado no primeiro dia da Primavera, cerca de 21 de Março no Hemisfério Norte e cerca de 21 de Setembro no Hemisfério Sul.
     Os membros do coven (nome dado a um grupo de pessoas que se dedicam a esta crença pagã) usam grinaldas, e o altar deve ser enfeitado com flores da época. É um costume muito antigo colocar ovos pintados no altar. Eles simbolizam a fecundidade e a renovação. Os ovos podem ser pintados crus e depois enterrados, ou cozidos e comidos enquanto mentalizamos nossos desejos. Antes de comê-los, os membros do coven devem girar de mãos dadas em volta do altar para energizar os pedidos. Os ovos devem ser decorados com símbolos mágicos ou de acordo com a criatividade. Os pedidos devem ser voltados para a  fertilidade em todas as áreas.


     Ostara é uma festividade sazonal moderna de religiões pagãs do norte da Europa, como a Wicca, uma religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs e práticas da Europa ocidental que afirma a existência do poder sobrenatural (como a magia) e os princípios físicos e espirituais masculinos e femininos que inteiram a natureza, e que celebra os ciclos da vida e os festivais sazonais, conhecidos como Sabbats, os quais ocorrem, normalmente, oito vezes por ano. Está relacionada com festividades que se celebram durante o Equinócio da Primavera. A moderna celebração tem forte relação com outras celebrações pagãs históricas, pois a religião Wicca revive nos dias de hoje os ritos antigos. Os seus praticantes são conhecidos por 'wiccanos'.

     Traços e influências do paganismo nórdico ainda podem ser encontrados na cultura e nas tradições dos países nórdicos modernos (Dinamarca, Suécia, Noruega, Ilhas Faroé, Ilhas Åland, Islândia e Gronelândia, bem como em todos os países que receberam imigrantes destas nações nórdicas).

Fontes:
Wikipédia, a enciclopédia livre;
Cortesia de Observatório Astronómico de Lisboa.

Maria de Lourdes Pintasilgo

Pensamento do Dia




“Não estou nada, mas nada mesmo interessada em que as mulheres façam aquilo que os homens fizeram durante séculos ou milénios. O que me interessa é descobrir como as mulheres podem dar, de maneira original, uma contribuição para que vivamos uma História de dimensão humana e dimensão global.”

= Maria de Lourdes Pintasilgo, engenheira química e politica portuguesa, primeira ministra de Portugal em 1979/80, nascida em 18 de Janeiro de 1930 =

Roger Scruton

Pensamento do Dia




“A minha liberdade de participar no processo de governo, de protestar, discordar e me opor às decisões que são tomadas em meu nome, é aquilo que me confere a dignidade da cidadania.”



= Roger Scruton, filósofo e escritor inglês nascido em 27 de Fevereiro de 1944 =

Agostinho da Silva

Pensamento do Dia




“Não force a arte, não force a vida, nem o amor, nem a morte. Deixe que tudo suceda como um fruto maduro que se abre e lança no solo as suas sementes fecundas. Que não haja em si, no anseio de viver, nenhum gesto que lhe perturbe a vida.

(in "Sete Cartas a um Jovem Filósofo")

= Agostinho da Silva, filósofo, poeta, ensaísta e pensador português nascido em 13 de Fevereiro de 1906 =


Padre António Vieira

Pensamento do Dia




“Os homens não amam aquilo que cuidam que amam. Porquê? Ou porque o que amam não é o que cuidam; ou porque amam o que verdadeiramente não há.

Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamantes estima e não vidros; quem ama defeitos cuidando que são perfeições, perfeições ama, e não defeitos. Cuidais que amais diamantes de firmeza, e amais vidros de fragilidade: cuidais que amais perfeições Angélicas, e amais imperfeições humanas.

Logo os homens não amam o que cuidam que amam. Donde também se segue que amam o que verdadeiramente não há; porque amam as coisas, não como são, senão como as imaginam, e o que se imagina, e não é, não o há no mundo.

in "Sermões"

= Padre António Vieira, religioso, filósofo, escritor e orador português da Companhia de Jesus. Nasceu em 6 de Fevereiro de 1608.=

Bob Marley

Pensamento do Dia



“É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, no final da sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele por terem apenas passado pela vida.”


= Bob Marley, músico, guitarrista e compositor jamaicano nascido em 6 de Fevereiro de 1945 =

Imagem: Wikipedia, a enciclopédia livre

2017 - Ano do Galo - 28 de Janeiro




28 de Janeiro de 2017 - Tem início o Ano do Galo de Fogocorrespondente ao ano 4715 da Era Chinesa ou Calendário Lunar Chinês.
As festividades deste Novo Ano Lunar Chinês prolongar-se-ão até ao próximo dia 18 de Fevereiro.

O Ano do Galo prolonga-se até 12 de Fevereiro de 2018.

     A tradição chinesa diz que existem cinco elementos (Metal, Água, Madeira, Fogo e Terra) que se associam ao animal do ano. 2017 será o ano do Galo de Fogo, que regressa após 60 anos. As cores da sorte do Galo são o dourado, castanho amarelo e amarelo-acastanhado. Deve evitar o verde e o branco.
Para o ano de 2017, a cor da sorte, a nível geral, é o vermelho.
As previsões são baseadas na astrologia chinesa, com os seus cinco mil anos de existência.

O Galo é o décimo signo na astrologia chinesa.
O signo chinês do Galo simboliza rectidão, honestidade, coragem, ímpeto e ambição. Estas características devem guiar-nos em 2017, já que estaremos sob a influência deste signo.
Mas para termos uma ideia mais precisa de como será o ano do Galo, precisamos compreender que, apesar desta imagem de altivez, segurança e até de uma certa agressividade, no fundo o Galo guarda uma personalidade um tanto o quanto conservadora e metódica. Basta lembrarmos, que ele canta anunciando o raiar do dia, todos os dias, como se esta fosse a sua grande obrigação.
No ano do Galo é possível que muitas oportunidades surjam, mas será necessário analisá-las com minúcia e atenção antes de decidir aproveitá-las. Cuidado com a impulsividade! Para que os projectos tenham êxito num ano regido pelo Galo, é indicado que estes sejam benéficos não só para você, mas para todos, pois o Galo traz consigo esta responsabilidade inerente a um líder. De qualquer maneira, num um ano do Galo os projectos, uma vez escolhidos, tendem a ser realizados com êxito, pois a energia para o trabalho deste signo, aliada ao seu lado agressivo e impetuoso, costumam actuar de forma positiva para o êxito de qualquer empreendimento. O grande conselho é para que aproveitemos a corajosa energia que o Galo nos traz para impulsionarmos a nossa vida. Este pode ser um ano para sair da estagnação.
Força, coragem, honestidade, resistência, perseverança. Estas serão as palavras de ordem para o ano de 2017, quando estaremos sob a incontestável energia do Galo!

As pessoas do signo do Galo caracterizam-se por serem corajosas, honestas e cheias de ambição. Este ano estará, assim, contagiado com esta energia dinâmica, de mudança, de novas ideias e de oportunidades. Será um ano para quebrar barreiras, perder o medo, ser uma pessoa destemida e em busca do seu destino. 2017 exigirá muito esforço das pessoas para atingirem os seus objectivos. Todos estarão desejando o mesmo: o sucesso pessoal e profissional e estarão, em maior ou menor grau, contagiados com a energia intensa do Galo. Por isso, se você quer ter sucesso e atingir os seus objectivos em 2017, terá a energia do Galo a seu favor, mas precisa de muita dedicação para enfrentar a concorrência.

FELIZ ANO NOVO !

Cortesia de:

Somerset Maugham

Pensamento do Dia




“Uma coisa interessante na vida é que se nos recusarmos a aceitar algo que não seja o melhor, na maior parte dos casos conseguimos mesmo esse objectivo.




= Somerset Maugham, escritor, romancista e dramaturgo britânico nascido em 25 de Janeiro de 1874 =

Imagem: Wikipedia, a enciclopédia livre

Umberto Eco

Pensamento do Dia




“Justificar tragédias como "vontade divina" tira da gente a responsabilidade pelas nossas escolhas. Nem todas as verdades são para todos os ouvidos, nem todas as mentiras podem ser reconhecidas como tais.”



= Umberto Eco, escritor, filósofo, linguista, ensaísta, bibliófilo e pensador italiano nascido em 5 de Janeiro de 1932 =

Imagem: Wikipedia, a enciclopédia livre

Mauritânia

الجمهورية الإسلامية الموريتانية
(al-Jumhūriyyah al-ʾIslāmiyyah al-Mūrītāniyyah)
République Islamique de Mauritanie
República Islâmica da Mauritânia


Bandeira
Brasão de Armas


















Localização:
África, África ocidental.
Magrebe árabe (conjunto dos países que constituem a parte mais ocidental do mundo árabe).


Origem / Pequeno resumo histórico:
Do Século V ao Século VII, a migração de tribos berberes do Norte da África expulsou da região os bafours, habitantes originais da actual Mauritânia, ancestrais dos soninquês. Os bafours eram primordialmente agricultores, e estavam entre os primeiros povos do Sahara a abandonar o seu estilo de vida tradicionalmente nómada.
A colonização francesa absorveu os territórios da actual Mauritânia e Senegal a partir do início do Século XIX. A dominação francesa trouxe proibições legais contra a escravidão e colocou um fim às guerras entre os diferentes clãs. Durante o período colonial a população continuou nómada. Diversos povos sedentários, cujos ancestrais haviam sido expulsos há séculos atrás, começaram a regressar aos poucos à Mauritânia. Quando o país obteve sua independência, em 1960, e a capital, Nouakchott, foi fundada no local duma pequena aldeia colonial chamada Ksar, 90% da população ainda era nómada.
Em 6 de Agosto de 2008 ocorreu um golpe militar que depôs o governo civil eleito democraticamente. Em 2007 o Presidente e o primeiro-ministro eleitos foram presos.
A tensão étnica e a questão delicada da escravidão - tanto no passado como no presente - ainda é um tema de muita força no debate político nacional. Um número significativo de pessoas de todos os grupos parece procurar uma sociedade mais diversa e pluralista. Foi também o último país a abolir a escravidão no mundo, em 9 de Novembro de 1981, pelo decreto n.º 81.234.
Embora ilegal, a escravidão é, até hoje, uma prática comum no país.



Montanhas da região de Adrar


Cultura:
A Mauritânia é um país de cultura tradicionalmente nómada. Toda a sua estrutura social é tribal. A maioria dos habitantes actuais do país eram antigos comerciantes e criadores de gado nómadas. Uma grande percentagem da população é analfabeta, especialmente as mulheres. A Mauritânia, juntamente com Madagáscar, é um dos únicos dois países do mundo que não utilizam o sistema decimal para a sua moeda, cuja unidade básica, o ouguiya, é composto por cinco khoums.



Cuscuz dos berberes, alimento básico na maior parte das regiões da Mauritânia.
É preparado com farinha de milho, sêmola de trigo duro e cevada.


Principais recursos naturais:
Ferro, petróleo e ouro.


Datas comemorativas:
Dia nacional – 28 de Novembro – Celebra a data da independência, da França, em 1960.



Símbolos nacionais:
Bandeira nacional;
Brasão de armas;
Hino nacional – “Nachid al-watani al-Mauritani” - (em árabe: نشيد وطني موريتاني)
Insígnia da Força Aérea da Mauritânia.

Insígnia da Força Aérea da Mauritânia


Lema:
شرف إخاء عدل
Francês: “Honneur, Fraternité, Justice” - Português: "Honra, Fraternidade, Justiça".


Capital:                                               Línguas oficiais:
Nouakchott                                        Árabe, francês e alguns idiomas nativos

Vista de Nouakchott, capital da Mauritânia



Moeda oficial:                                                 Tipo de Governo:
Ouguiya (MRO)                                               República islâmica


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
27 de Outubro de 1961


Organizações / Relações internacionais:
  • ONU – Organização das Nações Unidas;
  • ANWFZ – Tratado Africano para a Formação de uma Zona Livre de Armas Nucleares;
  • BAFD – Banco Africano de Desenvolvimento;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • ECOWAS –  Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (foi membro entre 1975 e 2000);
  • FMA – Fundo Monetário Árabe;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • ICDO – Organização Internacional de Protecção Civil;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • LEA – Liga dos Estados Árabes;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • OCI – Organização para a Cooperação Islâmica;
  • OIF – Organização Internacional da Francofonia;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • RAMSAR Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional;
  • UA – União Africana;
  • UIC – União Internacional dos Caminhos-de-Ferro;
  • UMA – União do Magrebe Árabe;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual;
  • WH – Património Mundial (UNESCO);
  • WNBR – Rede Mundial de Reservas da Biosfera (UNESCO);
  • ICH – Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO);
  • MWR – Registo da Memória do Mundo (UNESCO).


Missões diplomáticas da Mauritânia:
África do Sul - Arábia Saudita - Argélia - Alemanha - Bélgica - Brasil - Canadá - China - Costa do Marfim - Egipto - Emirados Árabes Unidos - Espanha - Estados Unidos - Iémen - Itália - Japão -Jordânia - Kuwait - Líbia - Mali - Marrocos - Qatar - Reino Unido - Rússia - Senegal - Síria - Suíça - Tunísia - União Europeia (Bruxelas).


Património Mundial (UNESCO):
  • Parque nacional Banc d’Arguin (1989) – Situado ao longo da costa do Atlântico, este parque abarca uma grande extensão de dunas, pântanos costeiros, ilhotas e águas pouco profundas ao longo do litoral. A aspereza do deserto e a biodiversidade da zona marítima criaram uma paisagem terrestre e marítima excepcionalmente contrastante. Este parque serve de refúgio de inverno a uma grande variedade de aves, sendo o habitat de várias espécies de tartarugas marinhas e golfinhos, que os pescadores utilizam para localizar os cardumes de peixes.
  • Antigos sítios das Ksour de Ouadane, Chinguetti, Tichitt e Oualata (1996) – As "Ksour" ("cidades fortificadas") fundadas nos Séculos XI e XII para responder às necessidades das caravanas que atravessavam o deserto do Sahara, foram centros comerciais e religiosos que se converteram em centros de difusão da cultura islâmica. O seu tecido urbano, formado entre os Séculos XII e XVI, foi preservado de forma admirável, com as suas casas providas de pátios apinhados ao longo de ruas estreitas, à volta de um quadrado em cujo centro se situa a mesquita com o seu minarete. Estes sítios são ilustrativos do modo de vida tradicional das populações do Sahara Ocidental, centrada no povo nómada.

Antiga Torre de Ouadane (UNESCO)



Património Cultural e Imaterial da Humanidade (UNESCO):
  • A epopeia mourisca de T’heydin (2011) – Requer medidas urgentes de salvaguarda. O T’heydin inclui dezenas de poemas épicos que exaltam os feitos gloriosos de emires e sultões mouros. Destaca os valores ancestrais subjacentes ao modo de vida da comunidade moura da Mauritânia e é um expoente literário e artístico da língua hasaniya. Os griots interpretam essa língua com o acompanhamento de tambores e instrumentos de cordas tradicionais, como o alaúde e a harpa. São eles que preservam a memória colectiva da sociedade, através dos poemas, transmitindo as suas habilidades e conhecimentos de pais para filhos, ao longo das gerações. Os griots jovens aprendem primeiro a tocar os instrumentos musicais antes de se iniciarem na tradição poética.


Rede Mundial de Reservas da Biosfera (UNESCO):
  • Reserva do delta do Rio Senegal (2005) – Partilhado com o Senegal. Situada no delta do Rio Senegal, esta reserva da biosfera transfronteiriça apresenta poucas variações de altitude, devendo a sua biodiversidade à sua vasta rede hidrográfica, que se divide em várias bacias. A paisagem é muito diversa e inclui planícies de inundação alimentadas por água de subida natural ou artificial do rio (através de obras hidráulicas), remansos, lagos e pelo mar. O ecossistema é constituído por zonas húmidas, savana tropical, mangueiras, sistemas marinhos e lagoas.

Mapa com a localização do Rio Senegal


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre

Ano Novo

1 de Janeiro - Dia de Ano Novo


Ver Efemérides - 1 de Janeiro 

    




     
     Em todo o mundo, o Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura ou religião celebra o fim de um ano e o início do próximo. Todas as culturas que têm calendários anuais celebram o Ano-Novo.
O Dia de Ano Novo é comemorado a 1 de Janeiro nos países que adoptaram o calendário gregoriano. Noutros países e/ou culturas, o dia de Ano Novo varia consoante o calendário adoptado ou consoante os costumes sociais ou religiosos desses países.

     A celebração do Ano Novo é também chamada de Réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que significa "acordar/despertar". Neste sentido significa "despertar do ano". Esta palavra surgiu no século XVII para identificar os eventos sofisticados entre os nobres franceses, onde se incluíam os faustosos jantares, que se prolongavam até depois da meia-noite, em vésperas de datas importantes. Com o passar do tempo, o Réveillon ficou restrito à passagem do Ano Novo.

Celebração do Ano Novo em Sidney, Austrália, uma das maiores celebrações do mundo.


História

     O Ano Novo foi consolidado na maioria dos países apenas há cerca de 500 anos. Desde o calendário Babilónico (2.800 a.C.) até à implementação do calendário Gregoriano pelo Papa Gregório XIII (1502-1585) em 24 de Fevereiro de 1582, o Reveillon mudou muitas vezes de data.


     A primeira comemoração ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a.C. e era conhecida como "Festival de Ano Novo".
     Na Babilónia, a festa começava por ocasião do Equinócio da Primavera, entre 19 e 21 de Março, data em que os espiritualistas, ainda hoje, iniciam e comemoram o chamado "Ano Novo Esotérico".

     Os Assírios, Persas, Fenícios e Egípcios comemoravam o Ano Novo no mês de Setembro (dia 23). Os Gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 e 22 do mês de Dezembro.

     Os Romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia para a comemoração desta grande festa, em 753 a.C.. O Ano Novo começava em 1 de Março (que era o primeiro mês do ano), por ser a altura das festas romanas para celebrar a Estação mais florida do ano: A Primavera.

     No Ocidente, a comemoração do Ano Novo teve início num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o dia 1 de Janeiro como o Dia do Ano Novo em 46 a.C., quando foi adoptado o calendário Juliano.

     Desde o início do século XVI (cerca de 1500) o Ano Novo passou a ser festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da Primavera. As festas duravam uma semana e terminavam em 1 de Abril.

     Em 1582, a Igreja Católica mudou o início do ano para 1 de Janeiro, quando adoptou o calendário Gregoriano. Mas alguns franceses conservadores quiseram resistir à mudança e mantiveram a tradição de festejar o Ano Novo em 25 de Março (até 1 de Abril). Muitas pessoas começaram ridicularizar e a pregar partidas aos conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Em França, estas brincadeiras ficaram conhecidas como "plaisanteries".
     Nasceu assim o "Dia das Mentiras", que era a falsa comemoração do Ano Novo. Ainda hoje se mantém o dia 1 de Abril como o "Dia das Mentiras", embora seja mais para pregar mentiras sem maldade.


Origem

     O nome do mês de Janeiro deriva do nome de Jano, deus romano que tinha duas faces - uma voltada para a frente (visualizando o futuro) e outra voltada para trás (visualizando o passado).  Os romanos dedicavam a Jano, o «deus dos portais e dos princípios, das vindas e das idas», simbolizando o conhecimento do passado e do futuro. Era o protector dos assuntos concretos e abstractos: das portas (Janue) das casas, do começo do dia, do mês e do ano, daí que o primeiro mês se chame Janeiro (Januarius). Os romanos faziam sacrifícios a Jano no início de um novo ano, esperando que estes sacrifícios lhes trouxesse os favores do deus nos meses que se seguiam.

     Janeiro foi acrescentado ao calendário por Numa Pompílio (715-672 a.C.), sucessor de Rómulo, personagem histórica-mítica que, segundo Plutarco, teria fundado Roma em 21 de Março de 753 a.C. 


Celebração moderna

     A passagem do Ano Novo é hoje celebrada por todo o mundo e, normalmente, envolve queima de fogos de artifício em festas públicas, reuniões familiares ou com amigos, jantares ou ceias festivas e diferentes tipos de promessas e simpatias, onde se deseja Paz, Felicidade, Saúde, Amor e Prosperidade!.



A todos os leitores, um FELIZ e PRÓSPERO ANO NOVO!


O Nascimento de Cristo na Pintura Universal

Painel de Azulejos em Gilmonde, Barcelos, Portugal. (Fábrica Aleluia, Aveiro, 1988)


O Nascimento de Cristo na Pintura Universal
Deste o Século IV que o Nascimento de Cristo tem sido um tema maior na arte Ocidental. As representações artísticas do nascimento de Jesus, celebradas durante o Natal, são baseadas nas narrativas da Bíblia Sagrada, principalmente nos Evangelhos segundo São Mateus e São Lucas.

A arte Cristã compreende imensas formas de representação da Virgem Maria e do menino Jesus. Uma parte significativa são composições que representam a Madona e o Menino ou a Virgem e o Menino, não sendo normalmente representações directas de cenas da Natividade, e sim objectos simbólicos que representam determinada faceta ou atributo da Virgem Maria ou de Jesus. Pelo contrário, as cenas da Natividade são assumidamente ilustrativas e incorporam imensos detalhes narrativos, sendo um elemento comum nas sequências que ilustram os temas tanto da Vida de Cristo como da Vida da Virgem.

Nascimento de Jesus: Pormenor da frente do Sarcófago romano paleo-cristão de Flavio Stilicone
(em latim: Flavius Stilicho, c. 359-408), capitão romano de origem bárbara, patrício do Império Ocidental.
Data de cerca de 385 d.C.. É preservado na sua posição original, abaixo do púlpito da Basílica de
Sant'Ambrogio, em Milão. Itália. Existe uma cópia no Museu da Civilização Romana, em Roma.
É uma das mais antigas representações conhecidas da Natividade. Foto de Giovanni Dall'Orto (2008). 


A Natividade tem sido representada em diferentes suportes, tanto pictóricos como escultóricos. Nos suportes pictóricos incluem-se murais, pintura de painel, iluminuras, vitrais e pintura a óleo. O tema da Natividade é frequentemente usado em retábulos, conjugando elementos de pintura com escultura. Nas representações na arte da escultura incluem-se miniaturas de marfim, arte tumulária, e elementos arquitectónicos como capitéis, entalhes de portas, e estatuária.  

Além de «O Nascimento de Cristo» foram igualmente criados, entre outros, temas que se relacionam com a Natividade, como por exemplo:
  • Natividade;
  • A Natividade;
  • Natividade de Jesus Cristo;
  • Nascimento de Jesus Cristo;
  • Nascimento de Jesus;
  • Adoração dos Pastores;
  • Adoração dos Magos;
  • Adoração dos Reis;
  • Adoração dos Reis Magos...entre outros.
Este tema foi amplamente retratado na cultura universal, tanto na escultura como na pintura e noutras artes.
     Na Pintura Universal é quase interminável a lista de pintores que ilustraram o tema do Nascimento de Jesus Cristo.
Sem pretender ser demasiado exaustivo, na passagem deste Natal destaco alguns pintores, associados por algumas épocas e correntes da História da Pintura Universal (a negro, os autores dos quadros aqui representados):


PINTURA OCIDENTAL
1. IDADE MÉDIA
1a - Arte Bizantina (Séc. VI - Séc. XV):
Mestre de Vyšší Brod, pintor anónimo da Boémia (activo à volta de 1350).

"Natividade", do Altar de Vyšší Brod e do Mestre com o mesmo nome, à volta de 1350,
Galeria Národni, Praga, República Checa.


1b - Pré-Renascimento (Séc. XI - Séc. XV):
Pietro Cavallini (c.1240-c.1330), italiano;
Giotto di Bondone (c.1266-1337), italiano.

"Natividade", c. 1310, fresco do pintor italiano Giotto di Bondone (c.1266-1337),
Basílica de São Francisco de Assis, Assis, Itália.


1c - Gótico (Séc XII - Séc. XVI):
"Natividade", (entre 1420 e 1426), óleo sobre painel
do pintor flamengo Robert Campin (c.1380-c.1444),
Meseu de Belas Artes de Dijon, França. 
Bernardo Daddi (1280-1348), italiano;
Robert Campin (c.1380-c.1444), holandês;
Fra Angélico (c.1400-1455), italiano;
Rogier van der Weyden (1400-1464), flamengo;
Dirk Bouts (c.1415/20-1475), flamengo;
Hugo van der Goes (1440-1482), flamengo;
Martin Schongauer (c.1448-1491), alemão;
Geertgen tot Sint Jans (c.1460-c.1490), holandês.


1d - Gótico Internacional (final Séc. XIV - início Séc. XV):
Duccio di Buoninsegna (c.1255-c.1319), italiano;
Lorenzo Monaco (c.1370-1425), italiano;
Conrad von Soest (1370-1422), alemão;
Stefan Lochner (c.1400/10-1451), alemão;
Robert Campin (c.1375-1444), holandês.


"A Adoração dos Reis" (Altar Monforte), cerca de 1470, óleo sobre madeira de carvalho do
pintor flamengo Hugo van der Goes (1440-1482), Gemäldegalerie, Berlim, Alemanha.


"Nascimento de Jesus", cerca de 1490,
óleo sobre madeira do pintor holandês
Geertgen tot Sint Jans (c.1460-c.1490),
National Gallery, Londres, Reino Unido.
(uma das poucas pinturas que ilustra o
nascimento de Jesus durante a noite)
Pormenor do tríptico "Altar da Paixão", 1403,
óleo sobre madeira do pintor alemão
Conrad von Soest (1370-1422), Igreja de
São Nicolau, Bad Wildungen, Alemanha.


"A Adoração dos Magos", cerca de 1422, têmpera sobre madeira do pintor italiano
Lorenzo Monaco (c.1370-1425), Galleria degli Uffizi, Florença, Itália.



2. IDADE MODERNA:
2a - Gótico tardio (Séc. XV - Séc. XVI):
Gerard David (c.1460-1523), holandês;
Geertgen tot Sint Jans (1460-1490), holandês.


"Adoração dos Pastores", Séc. XV, óleo sobre painel do pintor Gerard David (c.1460-1523),
Museu de Belas Artes de Budapeste, Hungria.



2b - Renascimento (Séc. XV - Séc. XVI):
Giotto di Bondone (1266/7-1337), italiano;
Fra Angélico (c.1400-1455), italiano;
Jacques Daret (1404-1470), flamengo;

"A Natividade", entre 1434 e 1435, óleo sobre painel do pintor flamengo Jacques Daret (1404-1470),
Museu Thyssen-Bornemisza, Madrid, Espanha.

Filippo Lippi (1406-1469), italiano;
Petrus Christus ( ? -1475/76), flamengo;
"A Natividade", cerca de 1450, óleo sobre painel
do pintor flamengo  Petrus Christus ( ? -1475/76),
National Gallery of Art, Washington D.C., EUA. 
Piero della Francesca (1415-1492), italiano;
Andrea Mantegna (c.1431-1506), italiano;
Sandro Botticelli (1445-1510), italiano;
Francesco Botticini (c.1446-1498), italiano;
Pietro Perugino (c.1448-1523), italiano;
Domenico Ghirlandaio (1449-1494), italiano;
Hieronymus Bosch (1450-1516), holandês;
Ambrogio Bergognone (1453/5-1523/4), italiano;
Matthias Grünewald (1455/83-1528), alemão;
Lorenzo Costa, o Velho (1460-1535), italiano;
Ambrogio Bergognone (1470-1523/24), italiano;
Albrecht Dürer (1471-1528), alemão;
Grão Vasco (c.1475-c.1542), português;
Giorgione (c.1477-1510), italiano;
Albrecht Altdorfer (c.1480-1538): alemão;
Ridolfo del Ghirlandaio (1483-1561), italiano;
Hans Baldung (c.1484-1545), alemão;
Corregio (c.1489-1534), italiano;
El Greco (1541-1614), grego/espanhol;
Pieter Bruegel, o Jovem (1564-1636), belga.

"A Adoração dos Magos", cerca de 1475, tempera sobre madeira do pintor
italiano Sandro Botticelli (1445-1510), Galleria degli Uffizi, Florença, Itália.

"Adoração dos Pastores", 1482-85, óleo sobre painel do pintor italiano Domenico Ghirlandaio (1449-1494),
Capela Sassetti, Igreja da Santa Trindade, Florença, Itália.

"Adoração dos Magos", 1501 a 1506, óleo sobre madeira do pintor português
Grão Vasco (c.1475.c.1542), Museu Grão Vasco, Viseu, Portugal.
"Adoração dos Magos" "Adoração dos Magos", c. 1530/35,  óleo sobre cal do pintor alemão
Albrecht Altdorfer (c.1480-1538), Museu de Arte Städel, Frankfurt am Main, Alemanha. 

"Adoração dos Reis Magos", 1568, óleo sobre painel do pintor grego/ espanhol
El Greco (1541-1614), Museu Soumaya, Cidade do México, México.


2b - Alto Renascimento (Séc. XV - Séc XVI):
Leonardo da Vinci (1452-1519), italiano;
"Natividade", 1523, óleo sobre painel do pintor italiano
Lorenzo Lotto (1480-1556), National Gallery of Art,
Washington D.C., Estados Unidos.
Lorenzo Lotto (1480-1556), italiano;
Rafael Sanzio (1483-1520), italiano.

2b - Maneirismo (c. 1530 - 1580):
Agnolo Bronzino (1503-1572), italiano;
Jacopo Bassano (1510-1592), italiano;
Federico Barocci (1528-1612), italiano;
Maarten de Vos (1532-1603), flamengo;
Cesare Nebbia (C. 1536-C. 1622), italiano;
Camillo Procaccini (1561-1629), italiano.


2d - Barroco (Séc XVII - Séc. XVIII):
Jan Gossaert (Mabuse) (1478-1532), flamengo;
El Greco (1541-1614), grego/espanhol;
Louis Cretey (c.1635-c.1732), francês;
Charles Poerson (1653-1725), francês;
Caravaggio (1571-1610), italiano;
Peter Paul Rubens (1577-1640), flamengo;
Gerard van Honthorst (1592-1656), holandês;
Georges de La Tour (1593-1652), francês;
Josefa de Óbidos (1630-1648), portuguesa;
Hyacinthe Rigaud (1659-1743), francês.

"Natividade", 1597, óleo sobre tela do pintor italiano
Federico Barocci (1528-1612), Museu do Prado,
Madrid, Espanha.





2e - Classicismo 
Gerard van Honthorst (1590-1656), flamengo;
Charles Le Brun (1619-1690), francês.


2f - Pintura noutros espaços do Ocidente:
Brasil:
Fúlvio Pennacchi (1905-1992), italo-brasileiro.
"A Adoração dos Magos", 1510/15, óleo sobre carvalho do pintor  flamengo Jan Gossaert
(1478-1532), National Gallery, Londres, Reino Unido.
"Adoração dos Magos", 1633/34, óleo sobre tela do pintor flamengo Peter Paul Rubens
(1577-1640), King's College Chapel, Universidade de Cambridge, Reino Unido.

"Adoração dos Pastores", 1622, óleo sobre tela do pintor holandês Gerard van Honthorst (1592-1656),
Museu Wallraf-Richartz, Colónia, Alemanha.

"Adoração dos Pastores", 1669, óleo sobre tela da pintora portuguesa Josefa de Óbidos (1630-1684),
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Portugal.

"A Adoração dos Pastores", 1689, óleo sobre tela do pintor francês Charles Le Brun (1619-1690),
Museu do Louvre, Paris, França.

"Natividade", cerca de 1405, do pintor russo
Andrei Rublev (c.1360/70-c.1427/30), 
Catedral da Anunciação, Kremlim, Moscovo, Rússia.




3. IDADE CONTEMPORÂNEA

Romantismo (Séc. XIX):
Adrian Ludwig Richter (1803-1884), alemão.


3.a - Irmandade Pré-Rafaelita (1848-c.1900):
Arthur Hughes (1832-1915), inglês.


Arte russa:
Andrei Rublev (c.1360/70-c.1427/30), russo.






OUTROS:
  1. Manuscrito "Hortus deliciarum" (O Jardim das Delícias), compilado por Herrad de Landsberg (1130-1195), freira abadessa da Alsácia, França;
  2. Códice Bíblico: Codex Purpureus Rossanensis (Séc. VI), Manuscrito Iluminado Bizantino, Museu Diocesano, Rossano, Itália;
  3. Mestres Italo-Bizantinos da Abadia de Sant'Angelo in Formis, Capua, Itália;
  4. Les très riches heures du duc de Berry, 1410 (Gótico Internacional), Museu Condé, Chantilly, França.

"Natividade de Cristo", cerca de 1180, ilustração medieval do manuscrito "Hortus Deciliarum"
(O Jardim das Delícias), compilado por Herrad de Landsberg (1130-1195),
freira abadessa da Alsácia, França.


"Natividade", entre 1411 e 1416, dos Irmãos Limgourg, pintores holandeses,
iluminura do Livro de Horas "Les très riches heures du Duc de Berry",
Museu Condé, Chantilly, França.