Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Paulo Coelho

Pensamento do Dia




“Não devemos julgar a vida dos outros, porque cada um de nós sabe de sua própria dor e renúncia. Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único!”




Paulo Coelho, escritor, compositor, jornalista e filósofo esotérico brasileiro nascido em 24 de Agosto de 1947 =

Imagem: Wikipedia, a enciclopédia livre

Banqueiros



Estes senhores usaram as poupanças e os créditos concedidos aos seus clientes de menores recursos para iludir os rácios e esconder os créditos duvidosos que estavam a conceder a amigos ou o financiamento dos seus grupos empresariais mal geridos.

Estes senhores usaram os recursos financeiros resultantes das poupanças do país e a sua capacidade financeira para financiar empresas menos competitivas e dedicadas a negócios oportunistas, penalizando os empresários mais competitivos, impedindo a renovação da classe empresarial.

Estes senhores promoveram o lado escuro da economia asfixiando financeiramente os projectos que poderiam tornar a economia competitiva, promoveram o lado escuro da economia favorecendo os grupos empresariais menos competitivos e que se dedicavam aos negócios mais oportunistas.


Estes senhores usaram o poder que tinham para fazer favores a políticos, jornalistas e a todos os que lhe podiam ser úteis, financiaram-lhes a boa vida, deram-lhes dinheiro para as suas campanhas, viagens e igreja, empregaram-lhes a família, decidiram muitas nomeações no Estado e a escolha de muitos políticos, transformaram as instituições portuguesas em poderosas máquinas corruptas ao serviço dos seus interesses.


 Fonte:
Imagem: Cortesia de O Contemporâneo (Blog)
Texto: Cortesia de "O Jumento" (Blog)

Marcelo Caetano

Pensamento do Dia


Sobre o 25 de Abril, disse Marcelo Caetano, último primeiro ministro do anterior regime, deposto pelas armas no golpe militar em 1974:

“Em poucas décadas estaremos reduzidos à indigência, ou seja, à caridade de outras nações, pelo que é ridículo continuar a falar de independência nacional. Para uma nação que estava a caminho de se transformar numa Suíça, o golpe de Estado foi o princípio do fim. Resta o Sol, o Turismo e o servilismo de bandeja, a pobreza crónica, a emigração em massa e as divisas da emigração, mas só enquanto durarem.”

“As matérias-primas vamos agora adquiri-las às potências que delas se apossaram, ao preço que os lautos vendedores houverem por bem fixar. Tal é o preço por que os Portugueses terão de pagar as suas ilusões de liberdade.”

“Veremos alçados ao poder analfabetos, meninos mimados, escroques de toda a espécie que conhecemos de longa data. A maioria não servia para criados de quarto e chegam a presidentes de câmara, deputados, administradores, ministros, e até presidentes da República.”


= Marcelo Caetano, professor e político português, último primeiro ministro do Estado Novo, entre 1968 e 1974. Nasceu em 17 de Agosto de 1906. =

Charles Bukowski

Pensamento do Dia





“O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas...”





= Charles Bukowski, escritor, poeta e romancista norte-americano nascido na Alemanha em 16 de Agosto de 1920 =

Condensador – Conversor de Raw

Enciclopédia Altimagem de Fotografia


(continuação)

Nota: quando os símbolos se encontram ao centro, dois ou mais dos termos seguintes possuem a mesma simbologia.








CONDENSADORcondenser – Sistema óptico presente em projectores de filmes, projectores de diapositivos, spotlights ou ampliadores de fotografia, formado por uma ou duas lentes plano-convexas, que permite concentrar os raios luminosos provenientes de uma fonte de luz, transformando-os num feixe de luz estreita (imagem 1).

Imagem 1: Condensador de um ampliador de fotografia
Durst Siriocon 80.



CONEcone  (1) Acessório de iluminação constituído por um tubo preto cónico acoplado sobre um holofote (floodlight) pequeno. É muito usado em iluminação de estúdio e o seu objectivo é restringir a iluminação a uma dada área circular (imagem 2).

(2) Acessório de flash utilizado para dirigir a luz para uma dada área (imagem 2).

Imagem 2: Cone de iluminação com a respectiva "colmeia" (difusor de luz).
Dependendo do seu tamanho, pode ser utilizado em estúdio ou em flash's de câmaras.




CONTAMINAÇÃO  contamination  Resíduos de produtos químicos ou óxidos metálicos transportados durante o processamento em laboratório, depositando-se em outros banhos, ocasionando perda da actividade química dos mesmos, manchas, riscos e outros tipos de problemas.




CONTAX – Marca japonesa de câmaras fotográficas, fundada em 1932, conhecida pela sua inovação técnica e utilização de uma ampla gama de lentes e objectivas Carl Zeiss, conhecidas igualmente pela sua qualidade óptica (imagens 3 a 6).




Imagem 4: Câmara Contax I, de 1936.
Imagem 3: Logótipo inicial da marca Contax.









Imagem 5: Câmara Contax S, de 1949,
fabricada na Alemanha de Leste. Foi a primeira
câmara SLR com pentaprisma.

Imagem 6: Câmara Contax T3, com acabamento
de titânio preto.


















CONTEXTOcontext – Em fotografia, dá-se este nome quando se refere a toda a área atrás do motivo ou atrás do sujeito, numa imagem.


CONTINUOUS MODE – Ver BURST MODE.


CONTRALUZbacklight  Tipo de fotografia onde o motivo principal possui atrás de si uma região muito mais iluminada do que ele e onde, com uma exposição normal, o motivo se apresenta sem iluminação e sem detalhes, observando-se a sua silhueta. Para evitar a perde de detalhes no motivo, deve efectuar-se a fotometria para o objecto principal e não para o fundo, de forma a que o motivo principal seja visível e exiba detalhes, mesmo que o fundo apresente altas luzes (imagem 7). Ver ALTAS LUZES; Ver COMPENSAÇÃO DA CONTRALUZ; Ver COMPENSAÇÃO DA EXPOSIÇÃO; Ver FOTOMETRIA EM CONTRALUZ.

Imagem 7: Foto em contraluz de uma aeronave. 



CONTRASTEcontrast – O contraste é uma propriedade intrínseca de uma imagem (em película, em papel ou digital). Quantifica a diferença de luminosidade entre as partes claras e as sombras numa imagem. Também se refere ao brilho, o que, por outro lado, não admite definição técnica. O contraste é caracterizado pela distribuição de luz numa imagem. Visualmente, é possível interpretá-lo como a propagação da luminosidade no histograma de uma imagem.
O controlo do contraste é um elemento importante na fotografia, sendo afectado por vários factores, tais como: o contraste do próprio motivo, a iluminação, os reflexos da objectiva, o tipo de negativo ou papel, o grau de revelação, o tipo de ampliador ou o grau de contraste.
Casos particulares para uma imagem a preto e branco:
- Para um contraste nulo, a imagem observada é completamente cinzenta;
- Para um contraste máximo, cada pixel da imagem é preto ou branco.
Na fotografia digital o contraste de uma imagem pode ser ligada à diferença da intensidade de luz que entra fisicamente no sensor, através da faixa dinâmica (gama dinâmica). (imagem 8).
Ver ALCANCE DA LUMINOSIDADEVer HDRVer GAMA DINÂMICA.


Imagem 8: Diferenças do nível de contraste numa imagem.


CONTRASTADO  contrasted – Apresentar diferenças maiores que o normal entre as áreas claras e escuras. O oposto é suave.




CONTROLE DE ABERTURA  dial aperture mode – O controle de abertura de uma câmara fotográfica é constituído por um anel situado na objectiva ou da câmara (em alguns modelos um botão que, quando rodado, ajusta o tamanho da abertura da íris no diafragma e modifica a intensidade de luz que incide sobre o filme ou o sensor). (imagens 9 e 10).





Imagem 10: Controle de abertura
do diafragma com as imagens
identificativas.








Imagem 9: Objectiva de uma câmara, onde se pode
observar o anel de controle de abertura que, neste caso,
varia entre f/22 e f/2.





CONTROLE DE DRIVE drive control  O controle de drive, numa câmara fotográfica, selecciona a forma e a velocidade de transporte do filme, ou sensor, e programa o número de fotos por segundo a ser registado pela câmara.





CONTROLE DE CONTRASTE DE CÓPIAScontrast control copies – Em fotografia é, principalmente, usado em laboratório fotográfico durante algumas fases do processo fotográfico, a saber:
- Escolha da gradação apropriada do papel fotográfico;
- Uso de revelador forte ou fraco, tanto para filmes, como para papel;
- Controlo localizado através da aplicação de técnicas de queimar, mascarar ou proteger.
Ver CONTROLO LOCAL.







CONTROLE DE EXPOSIÇÃO exposure control  Ver BRACKETING DE EXPOSIÇÃO; Ver AJUSTE DE CONTROLE DE EXPOSIÇÃO; Ver FOTOGRAFIA HDR.


CONTROLE DE TEMPERATURA temperature control  Trata-se de variável crítica, tanto no processamento manual, como em minilabs e micro-processadoras e com influência imediata na imagem final. Apesar das processadoras possuírem sistema de termostatos, recomenda-se sempre aferir sua respectiva temperatura com termómetro de precisão. Siga sempre as especificações recomendadas pelos fabricantes dos processos utilizados.



CONTROLE DE VELOCIDADE speed control  Refere-se ao controle de velocidade do obturador. É o controle que selecciona o período de tempo e a quantidade de luz a que o filme ou o sensor é exposto. O controle de velocidade determina o tempo de exposição ao filme ou ao sensor. Os valores mais comuns variam entre o modo de exposição contínuo B (de Bulb), que mantém o obturador aberto enquanto o botão disparador estiver pressionado e 1/8000s. É representado por 1/x, em que x representa a fracção de tempo em segundos. (imagens 11 e 12). Ver CONTROLOS DE CÂMARA; Ver B; Ver AJUSTE B; Ver BULB; Ver VELOCIDADE DE DISPARO.

Imagem 11: Selector de controle de velocidade
de uma câmara Nikkormat EL.




Imagem 12: Efeito de diferentes velocidades do obturador
em fotografia (foto de Nevit Dilmen).


















CONTROLOS DE CÂMARAcamera controls  Praticamente em todas as câmaras fotográficas, excepto em algumas câmaras especializadas, o processo de obtenção de uma exposição envolve a utilização, manual ou automática, de alguns controlos que garantem que a fotografia seja obtida com o máximo de qualidade, com boa visualização, nitidez e iluminação. Os controlos de uma câmara geralmente incluem, mas sem estarem estritamente limitados, os seguintes:

  • Focagem
  • Abertura
  • Velocidade de disparo
  • Balanço de brancos
  • Modos de medição
  • Sensibilidade ISO
  • Focagem automática.
Ver ABERTURA; Ver BALANÇO DE BRANCOS; Ver CONTROLE DE VELOCIDADEVer FOCAGEM; Ver FOCAGEM AUTOMÁTICA; Ver ISO; Ver MODOS DE MEDIÇÃO; Ver VELOCIDADE DO OBTURADOR


CONTROLO LOCALlocal control  Método que permite controlar a qualidade final de uma cópia, aumentando ( «acentuando» ) ou diminuindo ( «protegendo» ) com  máscaras, a exposição dada a determinadas zonas da cópia (ver “Acentuação” e “Protecção”). Ver CONTROLE DE CONTRASTE DE CÓPIAS.


CONVERGÊNCIA VERTICALvertical convergence  Distorção das linhas verticais contidas na perspectiva da imagem, quando se fotógrafa em contra-mergulho ou mergulho. Os assuntos mais altos, como imagens arquitectónicas, p. ex., parecem a se inclinar para trás. Esse efeito pode ser corrigido por meio de báscula nas câmaras de grande formato ou lentes especiais.


CONVERSÃO LINEARlinear conversion  Tipo de conversão de arquivos RAW na qual não é aplicada nenhuma curva de contraste. Produz imagens escuras e pálidas, mas é útil para tratamentos extremamente sofisticados de imagem onde se quer recuperar as ALTAS-LUZES quase estouradas.


CONVERSOR converter  Também conhecido pela sigla "TC" ou por tele-conversor. É constituído por uma lente auxiliar adaptável entre a objectiva original e o corpo da câmara, apresentando como resultado uma distância focal combinada maior do que a própria objectiva. A maioria dos conversores multiplica a distância focal por um factor de dois a três vezes. A perda de luz é proporcional ao factor de conversão (imagens 13 e 14). Ver TELE-CONVERSOR.

Imagem 13: Conversor montado numa câmara fotográfica


Imagem 14: Teleconversor.
1. Objectiva; 2. Conversor; 3. Câmara




CONVERSOR ANALÓGICO / DIGITAL analog / digital converter   Também conhecido por "Conversor A/D". Dispositivo electrónico utilizado em câmaras digitais e scanners para quantificar cargas eléctricas registadas pelo CCD. Converte o sinal analógico captado pelo sensor de imagem em sinal digital (pixeis). Pode estar integrado no sensor (como no sensor CMOS) ou encontrar-se à parte deste (como no sensor CCD). Ver CCD; Ver CMOS.


CONVERSOR DE RAWraw converter  programa que faz a conversão de um arquivo bruto com informações de pixels de apenas três cores para um arquivo de imagens onde cada pixel pode assumir uma infinidade de cores. Esses programas retiram do software da câmara a responsabilidade por essa conversão, com o benefício de terem rotinas mais bem escritas e maiores, de usufruirem de maior poder computacional dos micros em relação às câmaras, e de libertarem a fotografia dos sets padronizados do fabricante ao gerarem os arquivos JPEG. Ver RAW.

(continua)

Maldivas

Dhivehi Raa'jeyge Jumhooriyya
República das Maldivas




Bandeira
Brasão de Armas




























Localização:
Ásia, Sul da Ásia, Ásia Meridional, Subcontinente indiano.
Micro-estado.


Origem / Pequeno resumo histórico:
     Segundo uma lenda das Maldivas, um príncipe cingalês (Sri Lanka) chamado Koimale e sua esposa, filha do rei do Sri Lanka, encalharam numa lagoa das Maldivas. Koimale dominou a região como o primeiro sultão. Com o passar dos séculos as ilhas foram visitadas por marinheiros dos países do Mar Arábico e dos litorais do Oceano Índico, que deixaram a sua marca. Os piratas de MPLA, procedentes da costa do Malabar, actualmente o Estado Indiano de Kerala, arrasaram as ilhas.
     Entre 1558 e 1573 os portugueses estabeleceram uma pequena feitoria nas Maldivas, que administraram a partir da colónia portuguesa de Goa. Por quinze anos dominaram as ilhas, mas a actuação do feitor foi muito impopular. Quinze anos depois, um líder local chamado Muhammad Thakurufaanu Al-Azam e seu irmão organizaram uma revolta popular e expulsaram os portugueses das Maldivas. Este acontecimento ainda hoje é celebrado como dia nacional das Maldivas e num pequeno museu e memorial em honra do herói nacional.
     O país foi governado como um sultanato islâmico independente na maior parte de sua história, entre 1153 e 1968. Foi um protectorado britânico, desde 1887 até 25 de Julho de 1965. Em 1953, por um breve período, implantou-se uma república, mas o sultanato foi restabelecido.
     Os maldívios seguiam o budismo antes de se converterem ao islamismo, conversão esta explicada através uma história mitológica acerca de um demónio chamado Rannamaari. A independência do Reino Unido foi obtida em 1965, tendo o sultanato permanecido ainda durante três anos. Em 11 de Novembro de 1968 o sultanato foi abolido, sendo substituído por uma república.
     Em 26 de Dezembro de 2004, as ilhas foram devastadas por um tsunami, a que se seguiu um forte terramoto, produzindo ondas de 1,2 a 1,5 metros de altura, inundando o país quase por completo. As Maldivas são constituídas por 1190 ilhas, agrupadas em 26 atóis. Cerca de 200 ilhas são habitadas.



Pôr do Sol nas Maldivas


Cultura:
     A cultura das Maldivas foi influenciada por diversos factores e fontes. Estes incluem sua proximidade com o Sri Lanka, o sul da Índia, o leste da África, a Insulíndia e o Oriente Médio. São notados na cultura do pequeno país características oriundas da Arábia e da Indonésia. A cultura das Maldivas ainda partilha semelhanças, em muitos aspectos, com as culturas do Sri Lanka e e Kerala.
Religião – O islamismo é a religião oficial das Maldivas desde há mais de 800 anos. 100% da população é muçulmana e a prática aberta de qualquer outra religião é proibida. A constituição das Maldivas segue os preceitos do islamismo. Um dos artigos diz, por exemplo, que "um não-muçulmano não se pode tornar um cidadão". As exigências necessárias para aderir a outra religião e a proibição do culto público de outras religiões são contrárias às normas do Artigo 18º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Recentemente foi abordado nas Maldivas a aceitação das leis internacionais, visto que "A aplicação dos princípios estabelecidos no artigo 18º do Pacto será sem prejuízo da Constituição da República das Maldivas". Conforme a Classificação de Países por Perseguição a Cristãos de 2014, elaborada pela Open Doors Internacional, Maldivas é o sétimo país que mais persegue cristãos no mundo.



Doni, o barco tradicional de pesca das Maldivas



Principais recursos naturais:
Coral, areia e recursos pesqueiros.


Datas comemorativas:
Dia nacional – 26 de Julho – Celebra a data da independência, do Reino Unido, em 1965.



Símbolos nacionais:
Bandeira Nacional;
Brasão de Armas;
Hino Nacional - Gaumii salaam - (“Saudação Nacional”);
Insígnia das aeronaves da Força Nacional de Defesa das Maldivas (MNDF).


Insígnia das aeronaves da Força Nacional de Defesa das Maldivas (MNDF).



Capital:                                                            Língua oficial:
Malé                                                                 Divehi (Maldivense)


Malé, capital das Maldivas



Moeda oficial:                                                      Tipo de Governo:
Rupia das Maldivas (MVR)                                 República presidencialista


Data de admissão como membro da ONU (Organização das Nações Unidas):
21 de Setembro de 1965



Organizações / Relações internacionais:
  • ONU Organização das Nações Unidas;
  • AOSIS Aliança dos Pequenos Estados Insulares;
  • BIRD – Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento;
  • BasD – Banco Asiático de Desenvolvimento;
  • COI – Comité Olímpico Internacional;
  • Commonwealth of Nations – Comunidade de Nações;
  • Grupo dos 77 – Nações em desenvolvimento;
  • INTERPOL – Organização Internacional de Polícia Criminal;
  • IPU – União Inter-Parlamentar;
  • IRENA – Agência Internacional para as Energias Renováveis;
  • MIGA – Agência Multilateral de Garantia de Investimentos;
  • MNA – Movimento dos Países Não-Alinhados;
  • OCI – Organização para a Cooperação Islâmica;
  • OIM – Organização Internacional para as Migrações;
  • OMC – Organização Mundial do Comércio;
  • OPCW Organização para a Proibição de Armas Químicas;
  • SAARC Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional;
  • SAFTA Acordo de Livre Comércio do Sul da Ásia;
  • TPI – Tribunal Penal Internacional;
  • WCO – Organização Mundial das Alfândegas;
  • WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual.


Fonte:
Wikipedia, a enciclopédia livre.

CMOS – Comprimento de onda da luz visível

Enciclopédia Altimagem de Fotografia


(continuação)

Nota: quando os símbolos se encontram ao centro, dois ou mais dos termos seguintes possuem a mesma simbologia.







CMOS – Abreviatura de “Complementary metal–oxide–semicondutor” (“Semicondutor de metal-óxido complementar”) sensor óptico que converte a luz incidente e seus pontos em sinais eléctricos, desenhando electronicamente a imagem, semelhante ao CCD. Contudo, difere deste por ser possível o processamento de dados. Ver CCD; Ver CONVERSOR ANALÓGICO / DIGITAL.


CMYK – CMYK é a abreviatura do sistema subtractivo de cores, formado por Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (Black).
     Na imagem digital, refere-se ao espaço de cor no qual são utilizadas as cores subtractivas: ciano, magenta e amarelo, aliadas ao preto. Este padrão é utilizado no processo de impressão profissional na imprensa, gráficas, impressoras e fotocopiadoras, para reproduzir a maioria das cores do espectro visível, sendo conhecida por quadricomia (imagens 1 e 2). Não deve confundir-se com o sistema aditivo das cores primárias da luz que são (Red) Vermelho, (Green) Verde e (Blue) Azul (RGB).







Imagem 1: Mistura de cores do sistema CMYK
Imagem 2: Uma imagem com a decomposição em
quadricomia (CMYK)
























CN-16 – Ver C-41.


COATED LENS – Diz-se das lentes que são cobertas por um revestimento transparente para reduzir os reflexos no vidro. Uma lente deste tipo é facilmente identificada, pois quando exposta a uma luz lateral cria reflexos coloridos quando observada a olho nu. Estes reflexos não afectam a qualidade da imagem (imagem 3).

Imagem 3: Lentes de objectivas onde se pode observar o revestimento transparente



COBURN, ALVIN LANGDON – (1882-1966) – Fotógrafo norte americano com nacionalidade britânica, figura chave no desenvolvimento do movimento pictoralista americano e britânico. Foi o primeiro fotógrafo a utilizar uma visão abstracta da fotografia (imagem 4).

Imagem 4: Alvin Langdon Coburn (1882-1966)


COLMEIA – Em iluminação, é uma grade colocada sobre uma fonte de luz, a fim de  impedir a dispersão da mesma. A luz atravessa a grade na direcção correcta ou é absorvida pelas paredes das células da colmeia. Este equipamento pode também ser utilizado como difusor de luz em iluminação de estúdio ou adaptado em iluminação de flash (imagens 5 e 6).


Imagem 5: Reflector de estúdio equipado
com uma "colmeia"

Imagem 6: Flash equipado com
um difusor de luz colmeia

















  
COLÓDIO – O colódio é uma substância de origem vegetal, à base de celulose, que resulta de uma mistura de algodão pólvora em éter e álcool. É um liquido viscoso, com cheiro forte e facilmente aderente, mesmo em situações húmidas. Foi descoberto pelo escritor e poeta francês francês  Louis-Nicolas Ménard em 1846, e teve aplicação imediata no isolamento de ferimentos de guerra. Durante a Guerra Civil Norte-americana foi utilizado como ligadura e teve aplicação em medicina e em farmácia, tendo sido cada vez menos utilizado à medida que o éter foi sendo limitado no seu uso. Mais tarde foi considerado uma possibilidade para a produção de negativos em vidro, tendo sido utilizado em revestimentos de filmes ou chapas fotográficas. Ver COLÓDIO HÚMIDO; Ver MÉNARD, LOUIS-NICOLAS.


COLÓDIO HÚMIDO – Apresenta-se sob a forma de verniz, que seca com muito rápido, resultando numa lâmina transparente, muita parecida em textura ao celofane. O processo fotográfico do colódio húmido foi criado por Frederick Scott Archer em 1851. Empregava uma placa de colódio empapada com um produto químico sensível à luz. Embora tenha sido um processo complexo, porque a placa tinha de ser preparada no momento em que se tirava a fotografia, permitia a utilização de um tempo de exposição com menos de 30 segundos, quando outros processos demoravam vários minutos. O processo do colódio húmido produz dois tipos de positivos: o Ambrótipo e o Ferrótipo, ainda actualmente usados por muitos fotógrafos alternativos (imagem 7). Ver AMBRÓTIPO; Ver COLÓDIO; Ver ARCHER, FREDERICK SCOTT; Ver FERRÓTIPO.

Imagem 7: "O Inverno de 1866-1867", negativo de vidro em colódio húmido
no formato de 27 x 36 cm, do fotógrafo espanhol José Martínez Sánchez (1807-1874)


COMA – O coma, ou aberração cromática, é uma aberração que surge devido a problemas de convergência da luz, que não incide paralelamente ao eixo principal de uma lente. Numa objectiva fotográfica provoca o aparecimento de manchas luminosas junto às margens do campo da objectiva. Ver ABERRAÇÃO.



COMPACT DISC – Conhecido popularmente como "CD", é um disco óptico utilizado para armazenar dados em formato digital de qualquer tipo de informação: audio, imagens, vídeo, documentos ou outros dados. Um CD de tamanho normal possui um diâmetro de 12 cm e uma espessura de 1,2 mm, podendo armazenar até 80 minutos de audio ou 640 a 700 MB de dados (imagem 8).



Imagem 8: Compact disc (CD)




COMPACT FLASH – Ver CF.




COMPACTAÇÃO  Termo genérico utilizado para descrever um dos vários processos destinados a remover elementos de uma imagem digital, a fim de diminuir o seu tamanho geral ou permitir um arquivamento em pouco espaço.


COMPENSAÇÃO DA CONTRALUZ  aumentar a exposição para contrapor a contraluz sobre um objecto. Pelo motivo da maioria dos sistemas de medição ter a tendência de sub-expor os objectos iluminados pela contraluz, geralmente uma boa dica é aumentar a exposição até 2,0 EV. Ver COMPENSAÇÃO DA EXPOSIÇÃO; Ver CONTRALUZ; Ver FOTOMETRIA EM CONTRALUZ.


COMPENSAÇÃO DA EXPOSIÇÃO  activação manual que permite aumentar ou diminuir a exposição quando houver um motivo para acreditar que o foco automático da câmara não irá produzir uma exposição correta. Geralmente as câmaras oferecem uma faixa de ± 3EV de compensação da exposição, variando em 1/3 EV. Muita câmaras digitais permitem seleccionar 1/3 ou 1/2 de incremento (stop) para os parâmetros da exposição. Definir para 1/3 permite um melhor controle sobre a exposição. Ver EXPOSIÇÃO.


COMPENSAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DO FLASH  A compensação de exposição do flash é identificada pelo controle da “força” do disparo, o controle da potência do flash dentro do sistema TTL. Ao compensar o flash para + (mais), ele dispara mais forte, ao compensar para – (menos) ele dispara mais fraco. A exposição do flash é calculada através de um número guia, indicado para um dado flash e para a sensibilidade do filme que está a ser utilizado (ou valor ISO em câmaras digitais). A distância entre o flash e o motivo é dividido pelo número guia, sendo o resultado mais ou menos equivalente à abertura que deve ser utilizada. Ver NÚMERO GUIA.


COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA  É a composição dos elementos de uma fotografia, a maneira como são ordenados os objectos dentro do enquadramento de uma imagem. A perspectiva, o horizonte, a diagonal, a imagem vertical ou horizontal, o fundo, o contraste, o balanço e o equilíbrio de cores são elementos  a ter em conta para a composição de uma imagem. Estes conceitos vieram originalmente da pintura. Embora a composição fotográfica não tenha regras, alguns elementos que podem ter influência na composição são: A maneira como a imagem capta a atenção do observador, a textura, o volume e o contraste. Para trabalhar estes elementos e transmitir uma mensagem através da linguagem visual, o fotógrafo dispõe de várias ferramentas, entre as quais: Enquadramento do motivo; Colocação dos objectos dentro do enquadramento; Focagem total ou selectiva; Perspectiva e ângulo da tomada de vistas; Iluminação e cor do motivo, etc. (imagem 9).


Imagem 9: Exemplo de uma foto em que a composição
prévia foi utilizada pelo fotógrafo


COMPRESSÃO DE ARQUIVOS DIGITAIS  Processo no qual reduzimos o tamanho dos arquivos em bytes. Pode ser realizado com ou sem perda de informação. O método sem perda utiliza programas de compactação, que primeiro analisam os dados binários, e depois calculam seu percentual de compressão. O exemplo mais típico é o Winzip. O processo de compactação com perda utiliza sistema de algoritmos, que analisam a imagem. Estes algoritmos tendem a desprezar detalhes secundários da imagem, não perceptíveis ao olho humano, como é, por exemplo, o clássico formato JPEG.



COMPRESSÃO DE PLANOS  A compressão de planos é uma característica óptica das tele-objectivas ou super tele-objectivas. A compressão cria uma sensação de proximidade do segundo plano com o primeiro, parecendo estar maiores ao fundo, dando uma ilusão óptica de que o objecto ao fundo ou está mais próximo ou é maior do que na realidade, alterando assim a perspectiva de quem olha. Objectivas com 85 mm ou mais já causam esta alteração. Ver ACHATAMENTO DE PLANOS; Ver EFEITO TELEFOTO.



COMPRESSÃO DE IMAGENS DIGITAIS – Compressão de imagens, em Ciência da Computação, é a aplicação de compressão de dados em imagens digitais. Como efeito, o objectivo é reduzir a redundância dos dados, de forma a armazenar ou transmitir esses mesmos dados de forma eficiente.
O tipo de compressão aplicado pode ser com ou sem perda de dados:

  • A compressão sem perda de dados é normalmente aplicada em imagens em que a qualidade e a fidelidade da imagem são importantes, como para um fotógrafo profissional, ou um médico quanto às radiografias. São exemplos deste tipo de compressão os formatos: PNG e TIFF (apesar de algumas variantes deste terem perda de dados).
  • A compressão com perda de dados é utilizada nos casos em que a portabilidade e a redução da imagem são mais importantes que a qualidade, sem no entanto menosprezar esta. É o caso das máquinas fotográficas digitais em geral, que gravam mais informação do que o olho humano detecta: alguns sistemas de compressão usam este facto, com vantagem, podendo por isso desperdiçar dados "irrelevantes". O formato JPEG usa este tipo de compressão em imagens. O formato GIF também tem uma compressão com perdas, mas diferente do JPEG, usa uma compressão "burra", que prejudica muito a qualidade da imagem.



COMPRIMENTO FOCAL – O mesmo que "distância focal". A luz proveniente do assunto no infinito chega à lente em forma de raios paralelos que sofrem refracção na lente, encontrando-se num único ponto. O comprimento focal ou distância focal, é a distância em milímetros entre o ponto focal (ou ponto nodal) de uma objectiva e o ponto em que a imagem é projectada, no filme ou no sensor (imagens 10 e 11). Ver ALCANCE FOCAL; Ver ÂNGULO DE COBERTURA; Ver ÂNGULO DE VISÃO; Ver CAMPO DE VISÃO; Ver DISTÂNCIA FOCAL.


Imagem 10: Exemplo das distâncias focais, ou comprimento focal,
de algumas objectivas.

Imagem 11: Ilustração de uma objectiva onde se pode identificar
a distância focal e o ponto nodal



COMPRIMENTO DE ONDA – Em termos gerais, o comprimento de onda é a distância real que uma onda percorre num determinado intervalo de tempo. Na teoria das cores a sensação visual de cores percepcionada pelos seres humanos está relacionada com o comprimento de onda da radiação: O maior comprimento de onda provoca a percepção do vermelho e o menor comprimento de onda provoca a percepção do violeta.
     Em fotografia, o comprimento de onda está especialmente interligada com a radiação ou ondas electromagnéticas que constituem a luz, descrevendo a distância entre os picos de duas ondas de luz, no espectro visível ao olho humano, do total do espectro electromagnético. Na propagação da luz, cada cor possui uma velocidade de propagação diferente em meios materiais. A luz branca é, na realidade, a super-posição das infinitas cores do espectro visível, sendo que cada cor é refractada com um determinado ângulo, conforme se pode observar quando um raio de luz branca é decomposto quando atravessa um prisma triangular.
     Os comprimentos de onda medem-se em Nanómetros (nm) ou Ångstroms (Å). No estudo das ondas, o comprimento de onda é representado pela letra grega Lambda (Λ,λ), e a amplitude da onda é representada pela letra grega Gama (Γ,γ) (imagens 12, 13 e 14). Ver ÅNGSTROM; Ver ESPECTRO ELECTROMAGNÉTICO; Ver ESPECTRO VISÍVEL; Ver GAMA; Ver LAMBDA; Ver LUZ; Ver NANÓMETRO


Imagem 12: Exemplo de uma onda com o respectivo
comprimento e amplitude


COMPRIMENTO DE ONDA DA LUZ VISÍVEL – O mesmo que comprimento de onda do espectro visível (aquele que é visível pelo olho humano) de todo o espectro electromagnético (imagens 12, 13 e 14). Ver ESPECTRO ELECTROMAGNÉTICOVer ESPECTRO VISÍVEL.

Imagem 13: Decomposição da luz branca ao atravessar um prisma triangular

Imagem 14: Imagem do espectro completo da radiação electromagnética.
Em destaque, a área e as cores do espectro visível.

(continua)