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Equinócio do Outono

Equinócios e Solstícios: O que são?
     O eixo da Terra (linha imaginária que une os pólos) tem uma inclinação de cerca de 23º em relação ao plano da orbita da Terra.
     Ao percorrer, inclinada, a sua órbita à volta do Sol, a Terra faz com que uma dada região não receba as mesma inclinações e intensidades dos raios solares durante o ano, o que interfere sensivelmente no clima do planeta, originando assim as chamadas Estações do Ano..

     O início de cada estação é definido como Solstício, para o Verão e o Inverno, e como Equinócio, para a Primavera e o Outono.


Cores Outonais, Avenue Rphafaël, Paris (foto de Valerii Tkachenko) 


Quando acontece?
Equinócio do Outono acontece quando o Sol, na sua órbita aparente (quando vista da Terra), cruza o plano do Equador celeste (a linha do Equador terrestre projectada na esfera celeste).

- Em Portugal, o Equinócio do Outono tem início às 15h 21m de 22 de Setembro de 2016;
- Assinala o início do Outono no Hemisfério Norte e o início da Primavera no Hemisfério Sul;
- Tem a duração de 89,81 dias;
- Termina a 21 de Dezembro às 10h e 44m.

Iluminação da Terra pelo Sol no momento do Equinócio


A palavra Equinócio vem do latim aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite têm a mesma duração, ou seja, 12 horas cada período.

Os Equinócios ocorrem no mês de Março e Setembro, definindo as mudanças de estação:
- Março: Primavera no Hemisfério Norte e Outono no Hemisfério Sul;
- Setembro: Outono no Hemisfério Norte e Primavera no Hemisfério Sul.

As datas dos equinócios variam de ano para ano, devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de Março) não terem exactamente 365 dias, fazendo com que uma hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de 18 horas, que não se encaixa, necessariamente, no mesmo dia.


O Outono é a Estação do ano que sucede ao Verão, caracterizando-se pela queda das temperaturas e pela mudança de cor e queda das folhas das árvores (excepto nas regiões próximas do Equador).

O Outono no Hemisfério Norte é chamado de "Outono Boreal" e tem início a 22 ou 23 de Setembro e termina a 21 ou 22 de Dezembro.
No Hemisfério Sul é chamado de "Outono Austral" e tem início a 21 ou 22 de Março e termina a 20 ou 21 de Junho.


Fontes:
Cortesia de:
Observatório Astronómico de Lisboa;
Wikipedia, a enciclopédia livre.

Cooke Triplet – Cyan

Enciclopédia Altimagem de Fotografia


(continuação)

Nota: quando os símbolos se encontram ao centro, dois ou mais dos termos seguintes possuem a mesma simbologia.





COOKE TRIPLETCooke Triplet, também conhecido por Cooke Triplet Lens - Trigémio de Cook - é o nome atribuído a uma objectiva, considerada uma das mais importantes da história das objectivas fotográficas. Foi concebida e patenteada pelo desenhador e inventor óptico inglês Harold Dennis Taylor em 1893. É constituída por 3 elementos fundamentais e a abertura máxima é de f/6.3. Foi o primeiro sistema de lentes que permitiu a eliminação de distorções ópticas ou aberrações nos bordos exteriores das lentes ou objectivas. Foi a partir deste modelo que evoluíram a maioria das actuais objectivas de distância focal normal (imagens 1 e 2). Ver ABERRAÇÃO; Ver ANASTIGMÁTICA; Ver TAYLOR, HAROLD DENNIS; Ver TRIOPLAN.


Imagem 1: O sistema Cooke Triplet e o seu criador, Harold Dennis Taylor.

Imagem 2: Sistema de lentes da objectiva Cooke Triplet.




CÓPIA copy – Em fotografia refere-se ao nome genérico dado às cópias de imagens em papel ou digitais, conhecidas por fotografias.


CÓPIA DE CONTACTO contact print  (1) Também conhecida por "folha de contacto". É uma cópia que é feita expondo-se o papel fotográfico em contacto directo com o negativo, obtendo-se assim imagens em positivo do tamanho dos negativos. Também podem ser obtidas em imagem negativa em papel.
(2) A que é feita digitalmente, através de software apropriado, como um software de edição de imagem, como o Adobe Photoshop, por exemplo, possibilitando a criação de arquivos mais ou menos extensos com a ocupação de pouco espaço em memória digital.

     As cópias por contacto são usadas para se fazer uma análise rápida de um conjunto de imagens em geral e obter referências. Servem também para conservar um arquivo de imagens pequenas que ocupam pouco espaço, sem a necessidade de manipular os negativos, ou o arquivo em plataformas digitais (imagem 3).

Imagem 3: Cópia de contacto feita através do contacto directo com tiras de negativos de 135mm


COR color É uma percepção visual provocada pela acção de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso. A representação simplificada das cores percebidas pelo olho humano é feita através do chamado "círculo cromático" (imagem 4). Ver CÍRCULO CROMÁTICO DE CORES; Ver GAMA DE CORES; Ver PERCEPÇÃO VISUAL DA COR.


Imagem 4: Representação do círculo cromático de 24 cores


CORES COMPLEMENTAREScomplementary colors – Diz-se que duas cores são complementares uma da outra quando, da combinação de ambas na proporção correcta, se obtém luz branca. Aplica-se este termo às cores complementares das cores primárias subtractivas da luz transmitida. Utilizam-se na positivação subtractiva das três cores primárias, e são as seguintes: (imagens 5 e 6)
Primárias:
  • Azul
  • Verde
  • Vermelho
Complementares:
  • Amarelo (verde + vermelho)
  • Magenta (azul + vermelho)
  • “Cyan” (azul + verde)
Ver CORES PRIMÁRIAS; Ver GAMA DE CORES.


Imagem 5: Cores complementares que fazem parte do sistema subtractivo de cores (CMYK), em
oposição ao sistema aditivo de cores (RGB). É usado na impressão a cores, sendo também
conhecido  por "sistema de quadricomia" (ver imagem 6).


Imagem 6: Cores complementares, sistema de quadricomia; A imagem superior é a soma
das cores das quatro imagens inferiores.



CORES INTERMÉDIAS intermediate colors Ver CORES TERCIÁRIAS.


CORES MONOCROMÁTICAS monochromatic colors – Monocromia (radiação (ou luz) monocromática) é a radiação produzida por apenas uma cor (em rigor, de apenas um comprimento de onda). O termo "monocromático" não é empregado para o preto (ausência de cor/luz) ou o branco (soma de todas as cores). É uma harmonia conseguida por apenas uma cor e os seus tons diferentes. Monocromia é o contrário de policromia. Na monocromia, existe a escala monocromática, onde uma cor tem diferentes tons de radiação, como: A cor verde pode se fazer nesta escala a cor verde-claro, verde-escuro, verde-marinho, e assim por diante. A monocromia está muito ligada com a escala monocromática, para sua explicação. Ver CÍRCULO CROMÁTICO DE CORES.


CORES PRIMÁRIASprimary colors  Antigamente chamadas de "cores primitivas", as cores primárias são cores que se podem obter através da mistura de quaisquer outras cores. Este modelo idealizado com base na resposta biológica das células receptoras do olho humano na presença de certas frequências de luz e da interferência da luz, sendo dependente da percepção subjectiva do cérebro humano. As 3 cores primárias do espectro solar em termos de luz transmitida são: Azul, Verde e Vermelho (Os pigmentos primários dos pintores são o azul, o amarelo e o vermelho). A mistura de duas cores primárias dá origem a uma cor secundária (imagem 7). Ver CORES COMPLEMENTARES; Ver CORES SECUNDÁRIAS; Ver GAMA DE CORESVer RGB.


CORES PRIMÁRIAS ADITIVASadditive primary colors Também pode ser designado por "Síntese Aditiva de Cores". Estas cores são uma combinação de cores primárias que, juntas, formam um conjunto de cores destinados a certas finalidades, como por exemplo, projectores de luz sobrepostos ou em monitores de CRT (tubos de raios catódicos), utilizados principalmente em monitores, televisores e osciloscópios, embora já estejam a ser substituídos gradualmente por tecnologias mais avançadas, como o Plasma, LCD, LED e DLP. As cores primárias aditivas são o vermelho, o verde e o azul e cujo sistema é vulgarmente conhecido pela sigla RGB (red, green, blue). (imagem 7). Ver RGB

Imagem 7: Mistura aditiva de cores: Exemplo das cores primárias do sistema RGB.


CORES PRIMÁRIAS SUBTRACTIVASsubtractive primary colors  Também pode ser designado por "Síntese Subtractiva de Cores". As cores primárias subtractivas são o ciano (cyan), o magenta e o amarelo, cujo sistema é vulgarmente conhecido pela sigla CMYK, ao qual se junta o preto ("K" de black). O sistema CMYK é utilizado na impressão de cores (imprensa, artes plásticas, etc.). (imagens 8 e 9). Ver CIANO; Ver CMYK.



Imagem 8: Cores primárias
subtractivas do sistema CMYK.
Imagem 9: A imagem superior foi obtida
através da sobreposição das quatro partes
das restantes, que correspondem  a cada
uma das cores básicas do modelo CMYK.



















CORES SECUNDÁRIAS secondary colors – Cores secundárias são cores que se formam pela mistura de duas cores primárias em partes iguais. No antigo modelo histórico de síntese subtractiva de cor, o modelo RYB, que emprega a teoria das cores de Leonardo da Vinci, as cores secundárias são:
  • Verde - formado por azul e amarelo;
  • Laranja - formado por amarelo e vermelho;
  • Violeta (ou púrpura) - formado por azul e rosa.

Actualmente considera-se dois sistemas de classificação de cores: o aditivo (ou luminoso) e o subtractivo (ou reflectivo). As cores primárias de um sistema são secundárias do outro e vice-versa. Ver CORES PRIMÁRIAS; Ver CORES PRIMÁRIAS ADITIVAS; Ver CORES PRIMÁRIAS SUBTRACTIVAS  
Ver RYB.


CORES TERCIÁRIAStertiary colors – As cores terciárias, também conhecidas por "cores intermédias" são, por norma, uma mistura de uma cor primária com uma cor secundária.
São seis as cores terciárias:
  • Oliva (amarelo + verde);
  • Laranja (amarelo + vermelho);
  • Azul-celeste (azul + ciano);
  • Violeta (azul + magenta):
  • Cor de rosa (vermelho + magenta);
  • Turquesa (verde + ciano). 


CORPO DA CÂMARA camera body – Caixa externa de aço ou plástico da própria câmara, à prova de luz, que contém todos os mecanismos e circuitos e os protege da luz até que se esteja pronto para fazer a exposição. A sua denominação de origem era “câmara escura” (imagem 10). Ver CÂMARA ESCURA.


Imagem 10: Corpos de uma câmara SLR (esquerda) e DSLR (direita), da Canon.




CORRESPONDÊNCIA TONALtonal match  Conjunto de processos com o objectivo de fazer com que as densidades da fotografia a preto e branco correspondam às tonalidades do motivo fotografado.





CORTE – cut  (1) Em fotografia analógica, "corte" refere-se a qualquer tarefa em que é necessário cortar (película, diapositivo ou papel) com a finalidade de arquivar, enquadrar, decorar, emoldurar ou salientar um dado motivo numa ampliação, por exemplo.
(2) Em fotografia digital, o termo "corte" talvez seja mais conhecido por "cropping" - recorte. Ver CROPPING.







COSINACosina Co., Ltd. é uma empresa japonesa que desenha e fabrica objectivas, lentes e câmaras fotográficas, com sede em Nagano. A Cosina é a sucessora da " K.K.Nikõ", uma empresa fabricante de lentes em geral, fundada em 1959. Em 1966 iniciou o fabrico de câmaras compactas de 35mm e câmaras de filmar de 8mm. Em 1968 iniciou-se como fábrica de vidros e em 1969 teve início o fabrico de câmaras SLR de 35mm. A "K.K.Nikõ" mudou o nome para Cosina em 1973. Os seus próprios modelos de câmaras reflex (a CS-2 e a CS-3) surgiram em 1978. A marca "Cosina" também é muito conhecida pelo fabrico de objectivas específicas para outras marcas de relevo, como a Canon, Nikon, Olympus, Konica, Sony, etc. Actualmente também desenvolve câmaras do tipo clássico, possuindo os direitos de fabrico da histórica marca alemã Voigtländer, que partilha com com a firma "Ringfoto", usando nos modelos desta marca lentes  "Carl Zeiss" e baioneta da marca "Leica". A câmara russa "Lomo LC-A", que começou a ser produzida em 1980 e que iniciou o movimento da Lomografia, famoso na actualidade, foi baseada na câmara "Cosina CX-2" (imagens 11 a 13).

Imagem 11: Logotipo da Cosina

Imagem 12: Cosina Hi-Lite com objectiva Cosina 50mm/1:8

Imagem 13: Objectiva Cosina 19-35 f/3.5-4.5 autofocus



CUNHA, ALFREDO – (n. 1953) – Fotógrafo português que iniciou a carreira profissional em fotografia publicitária em 1970 e como foto-jornalista no «Notícias da Amadora» em 1971. Trabalhou no jornal «O Século» e «n'O Século Ilustrado» (1972), na "Agência Noticiosa Portuguesa" (ANOP) (1977) e nas agências de notícias "Notícias de Portugal" (1982) e "Lusa" (1987). Foi fotógrafo e editor-chefe no «Público» entre 1989 e 1997, quando decidiu juntar-se ao grupo "Edipresse" como fotógrafo-chefe. Em 2000, começou a trabalhar na revista «Focus». Em 2002 colaborou com Ana Sousa Dias no programa “Por Outro Lado”, da RTP2. Foi o fotógrafo e editor-chefe do «Jornal de Notícias» entre 2003 e 2009 e director fotográfico da "Global Imagens" entre 2010 e 2012. Actualmente trabalha como freelancer e está desenvolvendo vários projectos editoriais.
Fotografou o 25 de Abril de 1974 em Portugal. Pouco depois, viajou por Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, S. Tomé, Timor-Leste e Cabo Verde, fotografando a descolonização Portuguesa.
Publicou alguns livros de fotografia, entre os quais se destacam "Raízes da Nossa Força" (1972), "Vidas Alheias" (1975), "Disparos" (1976), "Naquele Tempo" (1995), "O Melhor Café" (1996) "Porto de Mar" (1998), "77 Fotografias e um Retrato" (1999), "Cidade das Pontes" (2001), "Cuidado com as Crianças "(2003), "Cortina dos Dias" (2012), "O Grande Incêndio do Chiado" (2013) e "Os Rapazes dos Tanques" (2014). (imagem 14).

Imagem 14: Alfredo Cunha (Cortesia de Porto Editora)



CROMOGÉNICOchromogenic – (1) Relativo ou pertencente à cromo-génese. Que produz cor, pigmentos ou matéria corante (do Dicionário de termos médicos da Porto Editora, 2003-2016). Este termo, além de utilizado na área médica, é também utilizado na área farmacêutica, química clínica, microbiologia, nutricionismo,  imunologia e restauração digital.
(2) Refere-se a processos fotográficos desenvolvidos para formarem uma imagem através de haletos prata convencional e, sendo depois substituída por uma imagem a cores. A maioria dos filmes e papeis usados para a fotografia a cores são cromogénicos. Ver REVELAÇÃO CROMOGÉNICA.


CRONOFOTOGRAFIA chronophotography – Por "cronofotografia" entende-se a possibilidade de se registar numa única imagem e num único registo fotográfico várias posições de um motivo em movimento registadas em vários períodos de tempo. Processo de análise do movimento através de fotografias sucessivas. A cronofotografia teve origem no zoopraxiscópio, dispositivo para projectar retratos em movimento, criado pelo fotógrafo inglês Eadweard Muybridge.(imagens 15 a 17). Ver MUYBRIDGE, EADWEARD; Ver ZOOPRAXISCÓPIO.

Imagem 15: "Cavalo em movimento", de Eadweard Muybridge.
Animação feita no "Zoopraxiscópio", inventado por Muybridge.


Imagem 16: Cronofotografia de Eadweard Muybridge docavalo em movimento da imagem 16. 


Imagem 17: Cronofotografia moderna (de Herve)



CROP FACTOR – Ver FACTOR DE CORTE.



CROPPING  É processo de corte de uma imagem - refere-se à remoção das partes externas de uma imagem, a fim de melhorar o enquadramento, dar relevo ao motivo ou mudar a relação de aspecto/proporção da imagem (aspect ratio). Dependendo da sua aplicação, o cropping pode ser aplicado numa fotografia física, arte, filme ou digitalmente através de um software de edição de imagem. Este termo é comum às indústrias do cinema, radiodifusão, fotografia, design gráfico e impressão (imagens 18 e 19).

Imagem 19: A mesma foto com corte
(cropping)

Imagem 18: Foto original















CUBO-FLASHflashcube – O cubo-flash foi introduzido no início da década de 1960 pela Kodak, quando melhorou a sua linha de câmaras Instamatic, substituindo a tecnologia de lâmpadas de flash individuais (flashbulbs), usada até então. O cubo-flash tinha quatro lâmpadas AG-1, montadas a 90º, nos quatro lados de um cubo. Cada uma das lâmpadas tinha um reflector de plástico atrás. O cubo era inserido numa tomada existente no topo da câmara, que rodava ao mesmo tempo que o mecanismo de avanço do filme, trazendo a próxima lâmpada para a frente. Os cubos eram disparados electricamente por pilhas do formato AA, de baixa tensão, inseridas na câmara fotográfica, permitindo obter sucessivamente quatro fotos até à substituição por um novo cubo-flash (imagem 20). Ver MAGICUBES.

Imagem 20: Cubo-flash montado numa câmara Kodak Instamatic (final da década de 1960).



CUNINGHAM, BILL – (1929-2016) – De seu nome original William J. Cuningham, foi um fotógrafo americano nascido em Boston e conhecido pelas suas fotografias de rua. Começou a trabalhar aos 19 anos como publicitário em Nova Iorque. Mais tarde trabalhou como escritor e jornalista de moda para o Chicago Tribune. Ao tirar fotos espontâneas nas ruas de Nova Iorque, 
Em 2008 foi condecorado pelo Ministério da Cultura Francês com a Ordem das Artes e das Letras (imagem 21).


Imagem 21: Bill Cuningham




CURVA CARACTERÍSTICA feature curve – (1) Curva que relaciona a densidade produzida por uma radiação, com o logaritmo decimal da exposição. Ver CURVA "G".
(2) Gráfico que ilustra a relação entre a exposição e a densidade em condições de revelação conhecidas. Pode fornecer informação sobre os seguintes factores: Emulsão, Velocidade, Grau de velamento e Efeito de contraste. Ao estudo dos materiais fotográficos segundo este processo, dá-se o nome de Sensitometria. Ver SENSITOMETRIA; Ver GAMMA.


CURVA "G" curve "G" – Gradiente médio de uma curva característica. Descreve e exprime características de «gamma» semelhantes. A maioria dos tempos de revelação recomendados pelos fabricantes refere a níveis “G” específicos. Ver CURVA CARACTERÍSTICA.


CURVA DE TEMPO GAMMAgamma time curve – Ver GAMMA.



  
CUT OUT – Em fotografia, é uma técnica de tratamento de imagem analógica ou digital, que consiste em excluir as cores de uma fotografia, ficando esta a preto e branco ou outra variação monocromática, separando assim o assunto principal dos restantes motivos existentes na imagem, destacando-o.



CYAN Cyan (Ciano) é uma cor subtractiva (primária) e uma cor aditiva (secundária), resultante da mistura de luzes azul e verde do sistema RGB, tendo como cor complementar o vermelho. Esta cor também é conhecida pelos nomes de "verde-água" ou "azul-piscina". É uma cor intermédia entre o azul e o verde, pertencente à classe das "cianinas", uma família sintética de corantes orgânicos que pertence ao grupo "polimetina". As cianinas são utilizadas na indústria e na biotecnologia. O ciano encontra-se na faixa dos 485nm do espectro visível (imagem 22). Ver CIANOVer CMYK; Ver CORES PRIMÁRIASVer CORES PRIMÁRIAS ADITIVASVer CORES PRIMÁRIAS SUBTRACTIVAS; Ver CORES COMPLEMENTARES; Ver CORES TERCIÁRIAS; Ver RGB.

Imagem 22: Mosaico de cores cyan. Da esquerda para a direita e de cima para baixo:
# Azul esverdeado; Cyan aditivo; Azul celeste #
# Cyan subtractivo; Água-marinha; Verde cyan #
# Cerúlio; Cyan claro; Turquesa #


(continua)